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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, mostrou sua disposição de se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na segunda-feira, para discutir a imposição de tarifas contra o país asiático e evitou falar em "retaliação" no contexto da guerra comercial.
"Estamos considerando todas as opções antes de determinar qual seria a maneira mais eficaz de lidar com essa questão", disse Ishiba a um comitê parlamentar, no qual afirmou que não recorreria a medidas de retaliação.
Ele enfatizou que está disponível para uma reunião com o magnata nova-iorquino "o mais rápido possível", a quem ele pretende pedir que "repense" as medidas tarifárias adotadas.
Na eventualidade de uma visita aos Estados Unidos, explicou, "ele não apenas tentará obter uma isenção das taxas, mas mostrará um pacote de ofertas" que reflita "o que um país como o Japão é capaz de oferecer" a seu aliado. Nesse sentido, ele enfatizou a contribuição do Japão para a criação de empregos por meio de investimentos.
Além disso, ele defendeu que Tóquio "não está agindo de forma injusta", palavras com as quais ele se referiu ao argumento de Trump para levar adiante sua política tarifária, de acordo com informações coletadas pela agência de notícias Kiodo.
Internamente, ele prometeu fazer tudo o que estiver ao seu alcance para "garantir que essas tarifas não afetem os empregos e o comércio japoneses, especialmente as pequenas empresas".
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