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Sanae Takaichi confirma que o marinheiro foi libertado na noite de sexta-feira passada, 24 horas após o incidente MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) -
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, justificou o incidente ocorrido na última quinta-feira, quando as autoridades apreenderam um barco pesqueiro chinês que navegava em águas da zona econômica exclusiva japonesa e prenderam o capitão da embarcação.
Em uma mensagem publicada em suas redes sociais, a líder ultraconservadora, que desde sua chegada ao poder protagonizou vários confrontos com a China, explicou que o capitão se recusou a obedecer às ordens quando navegava pela zona econômica exclusiva do Japão e “fugiu”.
O capitão do navio foi identificado como Zheng Niali, de 47 anos. Assim, ele foi acusado de tentar evitar uma inspeção pela Agência de Pesca do Japão a cerca de 170 quilômetros de uma das ilhas desabitadas localizadas em Nagasaki, de acordo com informações da agência de notícias Kiodo.
“A Agência de Pesca respondeu adequadamente às atividades ilegais na zona econômica exclusiva do Japão, de acordo com as leis e regulamentos pertinentes”, acrescentou Takaichi, que utilizou a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar para justificar a apreensão do navio e a detenção do capitão, que foi libertado 24 horas depois.
“O capitão do barco pesqueiro chinês foi libertado na noite do dia 13, depois que o cônsul responsável pelo Consulado Geral da China em Fukuoka apresentou uma carta de garantia”, indicou Takaichi, antes de afirmar que seu governo “continuará adotando uma postura firme em suas atividades de fiscalização para prevenir e dissuadir a pesca ilegal por parte de embarcações pesqueiras estrangeiras”.
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