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MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou nesta quarta-feira a prisão, graças às polícias colombiana e mexicana, de Ángel Esteban Aguilar, conhecido como “Lobo Menor”, um dos supostos mandantes do assassinato do candidato à Presidência do Equador, Fernando Villavicencio, em agosto de 2023.
“Como resultado da operação ‘Jericó’, realizada nas últimas horas, foi capturado Ángel Esteban Aguilar Morales, conhecido como ‘Lobo Menor’, no bairro de Polanco, na Cidade do México”, afirmou nas redes sociais, onde destacou a “ajuda” da Polícia da Colômbia na prisão de Aguilar.
O presidente destacou a “ajuda” da Inteligência colombiana na operação no México que levou à captura de ‘Lobo Menor’, a quem descreveu como “líder máximo do GAO Los Lobos, um dos criminosos mais procurados no Equador, com ligações com o apelidado ‘Iván Mordisco’ e os cartéis mexicanos”.
O detido, também acusado pelo assassinato de Villavicencio em plena campanha eleitoral para a Presidência do Equador em 2023, tinha um mandado de extradição contra si, observou Petro, que indicou que “com a ação rápida e em questão de horas ele já está na Colômbia, onde foi capturado”, antes de ser transferido para o Equador.
“Este resultado constitui um golpe significativo contra o crime organizado transnacional e ratifica a eficácia da cooperação trilateral entre Colômbia, Equador e México na luta frontal contra as redes de crimes múltiplos”, destacou o presidente colombiano.
A operação foi confirmada pouco depois pelo secretário de Segurança e Proteção ao Cidadão do México, Omar García Harfuch, que destacou nas redes sociais o “trabalho de inteligência e os mecanismos de cooperação internacional” para deter ‘Lobo Menor’ no país norte-americano, onde foi identificado como “Juan Carlos N, líder do grupo criminoso Los Lobos com presença no Equador”.
O dirigente mexicano expressou na mesma mensagem seu agradecimento à Polícia da Colômbia “pela colaboração para localizar esse alvo prioritário, identificado pelas autoridades sul-americanas como um operador-chave ligado ao homicídio de um ex-candidato à presidência no Equador”. “Essa ação reflete o compromisso de nossas nações no combate ao crime organizado transnacional”, destacou.
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