Publicado 15/10/2025 06:22

Preso em Palma por fazer as pessoas trabalharem dez horas por um prato de comida

Archivo - Arquivo - Agentes da Unidade contra Redes de Imigração e Falsificação (UCRIF).
POLICÍA NACIONAL - Arquivo

PALMA 15 out. (EUROPA PRESS) -

A Polícia Nacional prendeu duas mulheres em Palma, de origem equatoriana, por contratarem pessoas em situação irregular para trabalhar em seu estabelecimento e que, às vezes, eram pagas apenas com um prato de comida por jornadas de trabalho de mais de dez horas.

Os agentes da Unidade Central de Redes Imigratórias e Falsificações Documentais (UCRIF), que realizaram várias inspeções nas últimas semanas, localizaram duas mulheres que tinham vários trabalhadores sem contrato e que estavam na Espanha ilegalmente.

Além disso, em verificações anteriores, foram localizadas mais pessoas que trabalhavam ilegalmente no mesmo estabelecimento, conforme relatado em um comunicado.

O SALÁRIO, EM ALGUMAS OCASIÕES, ERA UM PRATO DE COMIDA

A Polícia Nacional realizou uma inspeção de rotina, semanas atrás, em um restaurante no centro de Palma. Os agentes encontraram três funcionários trabalhando em situação irregular e que não possuíam autorização de residência e trabalho.

Semanas depois, uma segunda inspeção foi realizada, localizando outros três estrangeiros trabalhando no restaurante, todos eles sem a devida autorização de residência e trabalho.

Uma vez tomadas as medidas investigativas correspondentes, a UCRIF constatou que tanto o proprietário do restaurante quanto o gerente estavam se aproveitando da situação de vulnerabilidade e necessidade das vítimas para explorá-las no local de trabalho.

A maioria dos trabalhadores era estrangeira em situação irregular. Além disso, vários deles recebiam apenas o pagamento de um prato de comida por trabalharem de oito a dez horas por dia, sem receber qualquer salário.

Da mesma forma, nenhum deles estava registrado na Previdência Social, não tinham plano de saúde e não tinham direito a férias ou feriados.

Os agentes prenderam as mulheres como supostas autoras de um crime contra os direitos dos trabalhadores.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado