Os Mossos e a polícia local estão mantendo a investigação em aberto e não descartam a possibilidade de novas prisões.
BARCELONA, 1 ago. (EUROPA PRESS) -
Os Mossos d'Esquadra, em colaboração com a polícia local de Palafrugell (Girona), prenderam na quarta-feira um homem supostamente culpado de cometer 23 delitos contra os direitos dos cidadãos estrangeiros e outros 23 por falsificar contratos de aluguel.
Além do detido, há mais 30 pessoas envolvidas, 15 que já foram presas e 15 que estão sendo investigadas, por falsificar contratos de aluguel para obter registro e facilitar a reunificação familiar fraudulenta, disse a polícia em um comunicado na sexta-feira.
O suposto líder do esquema se aproveitava da grande carteira de clientes de sua agência de seguros, da qual era coproprietário e administrador, para criar contratos fictícios: por exemplo, ele alugava imóveis que estavam à venda na época, sem informar os proprietários.
Dessa forma, ele usou os contratos de aluguel falsos para se esquivar e falsificar os requisitos legais necessários para obter a reunificação familiar de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, a quem ele supostamente cobrou cerca de 6.000 euros.
INVESTIGAÇÃO
Os fatos remontam a mais de um ano atrás, quando o Escritório de Assessoria ao Cidadão de Palafrugell detectou irregularidades na obtenção de vários registros, como o caso de uma mulher que alegou que algumas pessoas haviam alugado um apartamento pertencente a seu falecido marido.
Esse e outros casos alertaram o conselho, que criou uma comissão junto com a polícia local e os Mossos para investigar a concessão de registros nesse escritório, o que acabou revelando a atividade da agência.
Como parte da investigação, uma mulher de 68 anos, proprietária de outra agência, também foi presa por supostamente ter cometido dois delitos contra estrangeiros e dois delitos de falsificação de contratos.
Embora o homem preso tenha sido entregue ao tribunal de La Bisbal de l'Empordà na quinta-feira, os Mossos afirmam que continuam a investigar casos semelhantes e não descartam a possibilidade de efetuar mais prisões.
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