Publicado 12/09/2026 12:47

A presidente irlandesa transmite a Trump que “a normalização da guerra e do genocídio é inaceitável”

12 de setembro de 2026, Irlanda, Dublin: Uma foto divulgada pela Maxwells mostra a presidente irlandesa Catherine Connolly e o presidente dos EUA, Donald Trump, no Aras an Uachtarain, sua residência oficial no Phoenix Park, em Dublin, durante uma visita d
Tony Maxwell/Maxwells/PA Wire/dp / DPA

MADRID 12 set. (EUROPA PRESS) -

A presidente da Irlanda, Catherine Connolly, transmitiu neste sábado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que “a normalização da guerra e do genocídio é inaceitável”, em referência à guerra com o Irã e à ofensiva militar israelense contra os territórios palestinos.

“Transmiti a ele a firme opinião do povo irlandês de que a normalização da guerra e do genocídio jamais pode ser aceita”, explicou Connolly em um comunicado oficial após um encontro de 20 minutos em Dublin.

A presidente irlandesa apelou aos “fortes laços” seculares entre os dois países para “falar francamente um com o outro” e, assim, criticar a guerra e as mudanças climáticas — “intrinsecamente inter-relacionadas” — por representarem uma “ameaça existencial”.

Connolly relembrou a fome, a colonização e a violência sofridas pela Irlanda, bem como o “caminho para a paz” percorrido, o que confere ao seu país “uma perspectiva única sobre a resolução de conflitos”.

Na mesma linha, a presidente do partido irlandês Sinn Féin, Mary Lou McDonald, enviou uma mensagem a Trump na qual o insta a interromper o fornecimento de armas a Israel e a “deixar de facilitar o genocídio do povo palestino”.

Neste mesmo sábado, houve uma manifestação em Dublin para protestar contra Donald Trump e sua visita à Irlanda, na qual puderam ser vistas bandeiras palestinas e balões ridicularizando Trump ao lado do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu ou do criminoso sexual Jeffrey Epstein.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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