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MADRID 4 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Emirados Árabes Unidos (EAU), Mohamed bin Zayed al Nahyan, ordenou a libertação de 963 prisioneiros de prisões e instalações correcionais por ocasião do Eid al Adha - o Dia do Cordeiro, o feriado mais importante do Islã - uma iniciativa que foi acompanhada pelos emires de Dubai e Fujairah, elevando o número total de prisioneiros perdoados para 2.060.
O líder de Dubai, que também atua como vice-presidente, primeiro-ministro e ministro da defesa, Mohamed bin Rashid al Maktoum, também ordenou a libertação de 985 prisioneiros, enquanto o governador de Fujairah, Hamad bin Mohamed al Sharqi, pediu às autoridades competentes que libertassem mais 112 detentos, de acordo com a agência de notícias dos Emirados, WAM.
Essa série de medidas, semelhante ao perdão concedido a mais de 1.500 prisioneiros no início do Ramadã, inclui prisioneiros de várias nacionalidades, que teriam provado sua "elegibilidade e boa conduta", pelo menos no caso de Fujairah, e decorre do interesse da liderança em dar aos libertados uma nova chance e confortar e fortalecer as famílias, disse a agência de notícias WAM.
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