Diego Radamés - Europa Press - Arquivo
MADRID 13 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Senado, Pedro Rollán, do PP, viajará nesta sexta-feira para Ceuta após a chegada em massa de migrantes no final de julho e se reunirá com o presidente da cidade autônoma, Juan Vivas, e com diversos representantes políticos do território.
Conforme informado pela Presidência do Senado, Rollán será recebido às 11h45 desta sexta-feira por Vivas no Palácio da Assembleia de Ceuta; em seguida, o presidente do Senado assinará o Livro de Honra da Cidade Autônoma e haverá uma troca de presentes institucionais.
Na reunião de trabalho que será realizada, também estarão presentes o vice-presidente e secretário de Meio Ambiente de Ceuta, Alejandro Ramírez; a vice-presidente e secretária de Fazenda, Kissy Chandiramaní; o secretário de Presidência, Alberto Gaitán; o primeiro vice-presidente da Assembleia, Melchó León; a segunda vice-presidente da Assembleia, Fátima Hamed; e os senadores Cristina Díaz e Abdelhakim Abdeselam Al Lal.
Ao término do encontro, Rollán e Vivas atenderão à imprensa no Salão do Trono do Palácio da Assembleia e, posteriormente, o presidente do Senado visitará diferentes pontos da cidade acompanhado do secretário de Comércio, Turismo, Emprego e Esportes, Niccola Cecchi Bissoni.
A AUSÊNCIA DOS MINISTROS
A visita de Rollán a Ceuta ocorre depois que vários representantes nacionais já estiveram na cidade, como o próprio presidente do Governo, Pedro Sánchez, ministros e líderes de outros partidos, como Alberto Núñez Feijóo.
Além disso, o Senado reservou o mês de agosto para receber diferentes audiências sobre a crise migratória em Ceuta, embora isso esteja sendo motivo de disputa entre o Governo e o PP, pois a Moncloa deseja que as audiências ocorram no Congresso e não no Senado.
Nesta quarta-feira, o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, estava convocado, mas não compareceu, e o PP marcou para o dia 18 a audiência da ministra da Defesa, Margarita Robles, embora o Governo não tenha confirmado sua presença. Também foi convocado o chefe da diplomacia, José Manuel Albares.
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