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MADRID 16 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Parlamento do Equador, Niels Olsen, saudou o expurgo de 40 cargos dentro da legislatura, que foram ocupados por parentes e conhecidos dos deputados, como parte da nova reforma das regras internas para evitar casos de nepotismo dentro da câmara.
"Sem exceções ou favores", disse Olsen em uma publicação em sua conta no X, na qual detalhou que, após a reforma que apresentou na Assembleia Nacional, 19 pessoas renunciaram voluntariamente a seus cargos, enquanto outras 21 o fizeram por decisão da administração.
"Não há intocáveis aqui (...) Esta limpeza apenas começou", comemorou o presidente do Parlamento, que deu mais informações sobre os cargos ocupados por essas pessoas, mas não seus nomes devido à lei de proteção de dados.
Nielsen publicou uma lista de 12 assessores da Revolución Ciudadana, o partido político do ex-presidente Rafael Correa, dez da Ação Democrática Nacional do presidente equatoriano Daniel Noboa e dois do Partido Social Cristão, além de funcionários administrativos.
Espera-se que esse processo de eliminação continue em um futuro próximo. O objetivo, nas palavras de Nielsen quando apresentou a proposta, é evitar "atalhos inaceitáveis" dentro da Assembleia, onde parentes de deputados até a quarta geração não poderão mais trabalhar.
No caso dos "altos funcionários", Nielsen explicou que eles não poderão ter parentes "até o segundo grau de consanguinidade e primeiro grau de afinidade" dentro da legislatura.
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