Publicado 18/05/2026 10:28

O presidente do Líbano afirma que fará “o impossível” para pôr fim aos ataques de Israel

Archivo - Arquivo - O presidente do Líbano, Joseph Aoun.
Markus Lenhardt/dpa - Arquivo

MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou nesta segunda-feira que fará “o impossível” para pôr fim de forma definitiva aos ataques perpetrados por Israel contra o território, apesar de o cessar-fogo acordado com o partido-milícia xiita Hezbollah continuar em vigor.

“É meu dever, com base no meu cargo e na minha responsabilidade, fazer o impossível e ao menor custo possível para deter a guerra no Líbano e contra seu povo”, esclareceu o mandatário, que afirmou que as crianças libanesas são “a riqueza da nação”, ao mesmo tempo em que reivindicou a importância das futuras gerações.

Assim se expressou diante da impossibilidade real de pôr fim aos ataques entre as partes, apesar de ter sido declarada a trégua em abril. “O quadro que o Líbano estabeleceu para levar adiante esse tipo de negociação torna indispensável a retirada das tropas israelenses, o cessar-fogo, o destacamento do Exército na fronteira e o retorno dos deslocados”, afirmou.

Além disso, ele enfatizou que entre as demandas também estaria a obtenção de ajuda econômica, dados os graves danos sofridos durante toda a ofensiva, de acordo com um comunicado da Presidência. “Meu dever é fazer o impossível”, destacou.

Desde 2 de março, os ataques de Israel no Líbano mataram cerca de 3.000 pessoas e feriram mais de 9.000. Esses números, que incluem 108 profissionais de saúde mortos, não pararam de aumentar apesar do cessar-fogo, com ataques diários por parte das forças israelenses.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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