Europa Press/Contacto/Iranian Presidency
MADRID 28 jan. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, ordenou a divulgação das identidades das pessoas que morreram durante os protestos antigovernamentais que começaram no final de dezembro e que, segundo o balanço oficial, somam cerca de 3.000 pessoas, embora organizações civis apontem para mais de 6.000 vítimas mortais como consequência da repressão.
O vice-chefe de imprensa do gabinete presidencial, Mehdi Tabatabaei, anunciou através de uma breve mensagem publicada nas redes sociais que, por ordem de Pezehskian, “serão divulgados os nomes e dados de todas as pessoas mortas nos recentes e trágicos acontecimentos”. “Também foi estabelecido um mecanismo para que qualquer informação ou declaração contraditória possa ser investigada e verificada exaustivamente. Esta medida é uma resposta clara às mensagens falsas e fabricadas. Para expor qualquer pessoa que minta”, acrescentou Tabatabaei.
As autoridades iranianas denunciaram que havia “terroristas” e “desordeiros” apoiados pelos Estados Unidos e Israel infiltrados nos protestos e que essas pessoas realizaram ataques para aumentar o número de mortos, que inclui centenas de membros das forças de segurança, com o objetivo de permitir que Trump cumprisse sua ameaça de intervir militarmente contra o país.
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