Publicado 07/03/2025 11:57

Presidente do Equador perdoará todos os policiais e militares mobilizados após o massacre de Guayaquil

Archivo - QUITO, Jan. 10, 2024 -- Soldados equatorianos montam guarda do lado de fora do palácio presidencial em Quito, Equador, em 9 de janeiro de 2024. O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou na terça-feira um "conflito armado interno" e mobiliz
Europa Press/Contacto/Mateo Armas - Arquivo

MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Equador, Daniel Noboa, prometeu um indulto a "todos" os policiais e militares que contribuírem para conter a situação em um bairro da cidade de Guayaquil, que na quinta-feira foi palco de um massacre que deixou mais de vinte pessoas mortas.

"Precisamos que ajam com determinação e sem medo de represálias. Defendam o país, eu defendo vocês", disse ele, referindo-se ao destacamento ativo na área de Nueva Prosperina, uma comunidade nos arredores de Guayaquil.

A área é considerada um reduto da gangue "Los Tiguerones" e, somente na tarde de quinta-feira, cerca de 25 pessoas foram mortas, de acordo com as autoridades locais. O prefeito, Aquiles Álvarez Henriques, alertou que a área já acumula 180 mortes violentas este ano e já é "um campo de batalha".

O governo renovou esta semana o estado de emergência decretado por causa da insegurança, com o qual pretende combater os grupos armados que controlam grandes áreas em cidades como Guayaquil.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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