Publicado 01/07/2026 05:57

A presidente do CICR viaja a Moscou para tratar de “questões humanitárias críticas” relacionadas à guerra

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de uma bandeira do Comitê Internacional da Cruz Vermelha em sua sede em Genebra (Suíça)
Britta Pedersen/Dpa - Arquivo

MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -

A presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Mirjana Spoljaric, chegou nesta quarta-feira a Moscou como parte de uma visita de dois dias para tratar de “questões humanitárias críticas” relacionadas à guerra na Ucrânia, desencadeada em fevereiro de 2022 pela ordem de invasão assinada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, conforme confirmado pela organização.

“A visita também é uma oportunidade para debater questões humanitárias que surgem em decorrência de conflitos armados em todo o mundo”, destacou o CICR, acrescentando que está previsto que as reuniões em Moscou abordem “assuntos relacionados ao Direito Internacional Humanitário”, entre elas “a importância de proteger a população civil e a infraestrutura da qual ela depende”, “os direitos dos prisioneiros de guerra e de outras pessoas protegidas” e os esforços para determinar o paradeiro das pessoas desaparecidas.

Nesse sentido, o órgão ressaltou que a visita de Spoljaric a Moscou “faz parte do diálogo humanitário atual que o CICR mantém com as autoridades russas”, ao mesmo tempo em que explicou que a organização “mantém esse tipo de diálogo com as partes envolvidas em conflitos armados para discutir suas obrigações, nos termos das Convenções de Genebra, de limitar o sofrimento na guerra”.

“Ao manter uma presença operacional e neutra em ambos os lados da linha de frente, o CICR presta ajuda vital às populações vulneráveis, independentemente de quem sejam ou onde estejam”, afirmou, antes de lembrar que, além de seu trabalho nos dois países, “a Agência Central de Buscas do CICR, em Genebra, coleta, conserva e transmite informações indispensáveis sobre o que aconteceu com militares e civis desaparecidos ou separados de seus familiares”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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