MADRID 23 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr., ordenou nesta segunda-feira a criação de um “comitê de crise” para lidar com o aumento do preço do petróleo em consequência da ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel no final de fevereiro contra o Irã, onde já foram registrados cerca de 1.500 mortos até o momento.
A Presidência filipina confirmou essas informações, que também indicam que esse comitê abordará o futuro das cadeias de abastecimento de alimentos, em um momento de crescente tensão decorrente da guerra, que provocou fortes bloqueios no tráfego pelo estreito de Ormuz devido ao aumento dos ataques.
“Vamos aguardar a publicação de documentos a esse respeito”, afirmou a porta-voz do presidente, Claire Castro, que sinalizou que o decreto para criar esse comitê já foi assinado pelo presidente filipino, embora não tenha dado detalhes sobre a possível data de início das atividades desse grupo, segundo informações coletadas pelo jornal “The Philippine Star”.
No entanto, ela indicou que a principal tarefa é “garantir esses dois suprimentos” e rejeitou as críticas dirigidas ao governo por “supostamente minimizar a gravidade da crise”. “Esta situação é real: o governo está trabalhando seguindo as ordens do presidente para garantir que não haja escassez de produtos derivados do petróleo”, esclareceu.
Por enquanto, insistiu, “os suprimentos de petróleo bruto e alimentos continuam sendo suficientes” e ressaltou que Marcos busca que os filipinos “sintam que o governo está ao lado da população e que não os abandonará”.
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