Publicado 19/01/2026 02:43

O presidente da Renfe, desde Adamuz: «Ainda é difícil avaliar a dimensão do que aconteceu»

Imagem de um dos dois trens que descarrilaram na altura de Adamuz, Córdoba, neste domingo, 18 de janeiro de 2026.
PRESIDENTE DE RENFE, EN X

MADRID 19 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente da Renfe, Álvaro Fernández Heredia, afirmou à sua chegada à localidade cordobesa de Adamuz que “ainda é difícil avaliar a dimensão do que aconteceu”, depois de o descarrilamento de dois comboios de alta velocidade na tarde deste domingo ter causado pelo menos 21 mortos e 73 feridos.

“As equipes da Renfe continuam colaborando com os serviços de emergência. Ainda é difícil saber a dimensão total do que aconteceu”, afirmou esta segunda-feira na sua conta do X. Fernández Heredia, que se encontra no local do acidente, enviou as suas “mais sinceras condolências às famílias e entes queridos das vítimas do acidente ferroviário” ocorrido em Adamuz. “É uma tragédia que nos atinge a todos”, lamentou.

Pelo menos 21 pessoas morreram e outras 73 ficaram feridas após o descarrilamento de um trem de alta velocidade registrado em Adamuz (Córdoba) por volta das 19h45 deste domingo, e a colisão posterior de outro trem que circulava em sentido contrário pela via adjacente, conforme confirmaram à Europa Press fontes a par do dispositivo de emergência.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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