Publicado 19/05/2026 10:15

A presidente da Irlanda, "muito preocupada" com a detenção de sua irmã durante a abordagem da frota por Israel

Archivo - Arquivo - 14 de outubro de 2025, Naas, Kildare, IRLANDA: A candidata à presidência da Irlanda em 2025, CATHERINE CONNOLLY, em campanha em Naas, no condado de Kildare, Irlanda, em 14 de outubro de 2025. Ela se reuniu com moradores locais na Popla
Europa Press/Contacto/Annabelle Hamil - Arquivo

O primeiro-ministro irlandês ressalta que “essas interceptações e detenções são absolutamente inaceitáveis e devem cessar”

MADRID, 19 maio (EUROPA PRESS) -

A presidente da Irlanda, Catherine Connolly, mostrou-se “muito preocupada” com a detenção de vários ativistas irlandeses, entre eles sua irmã, Margaret, pelo Exército de Israel, após uma nova abordagem em águas do Mar Mediterrâneo de uma frota que tentava chegar às costas da Faixa de Gaza.

“É bastante preocupante, e estou muito preocupada com ela, e também estou muito preocupada com seus companheiros a bordo”, afirmou, segundo reportagem da emissora de televisão irlandesa RTE, após a publicação de um vídeo em nome de sua irmã, gravado previamente para ser exibido caso a embarcação em que ela viajava fosse abordada.

No vídeo, Margaret Connelly afirma aos espectadores que, se o vídeo foi publicado, isso significa que “ela foi sequestrada” em sua embarcação “pelas forças de ocupação israelenses”. “Tenho muito orgulho de fazer parte desta frota, a maior até o momento”, acrescenta.

Por sua vez, o primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, condenou “firmemente” a “interceptação de embarcações da frota Sumud em águas internacionais e a detenção dos que estavam a bordo pelas forças militares israelenses”, razão pela qual solicitou “sua libertação imediata”.

“O governo transmitiu às autoridades israelenses sua preocupação com o bem-estar dos detidos”, afirmou em um comunicado nas redes sociais, onde insistiu que “essas interceptações e detenções são absolutamente inaceitáveis e devem cessar”.

“O Governo também discutirá com os parceiros da União Europeia (UE) como podemos garantir a segurança e o bem-estar de nossos cidadãos”, destacou, depois que os organizadores da frota denunciaram mais de 400 detidos, entre eles 33 espanhóis, devido às ações das forças israelenses, realizadas em águas internacionais no mar Mediterrâneo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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