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MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Armênia, Vahagn Khachaturian, ratificou nesta sexta-feira a lei que abre caminho para a adesão do país à União Europeia, um texto que já recebeu a aprovação do Parlamento em fevereiro.
Isso foi anunciado pela Presidência da Armênia em um comunicado emitido pelo gabinete de Khachaturian, que indicou que o processo de negociação recebeu o sinal verde, embora tudo indique que o processo de adesão ao bloco será longo.
As relações tradicionalmente boas entre a Armênia e a Rússia foram prejudicadas desde a ascensão ao poder do primeiro-ministro armênio Nikol Pashinian, na medida em que Moscou permaneceu à margem dos recentes conflitos sobre o território de Nagorno-Karabakh, agora sob controle azeri.
Isso fez com que as autoridades armênias buscassem uma aproximação com Bruxelas e levou Pashinian a destacar esse passo adiante na estrutura da integração europeia, apesar dos "grandes desafios" que o país enfrenta para atender às exigências da UE em termos de governança, corrupção, transparência e justiça.
No entanto, o próprio governo declarou que, apesar da aprovação da lei, a adesão definitiva só poderá ser alcançada por meio de um referendo.
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