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MADRID 26 maio (EUROPA PRESS) -
A Presidência da Argentina negou no domingo que o novo Plano Nacional de Inteligência da Secretaria de Inteligência do Estado (SIDE) vá "perseguir opositores, jornalistas ou opositores políticos", assegurando que o governo do presidente Javier Milei "é o primeiro governo em décadas que tomou a decisão política de não fazê-lo".
O governo argentino tentou, assim, desmentir as informações publicadas neste domingo pelo jornal La Nación, segundo as quais o novo plano da SIDE define como objeto de interesse os "atores" que geram ou poderiam gerar uma "perda de confiança" nas "políticas econômicas" do governo, bem como todos aqueles que poderiam "manipular" a opinião pública durante o período eleitoral ou disseminar "desinformação" e aqueles que promovem a "distorção" da "percepção" e afetam os processos "cognitivos" da sociedade.
Além disso, ele enfatizou em sua declaração que o Plano de Inteligência "é um documento secreto" ao qual "somente o Presidente, a Secretaria de Inteligência e a Comissão Bicameral Permanente de Supervisão das Agências de Inteligência do Congresso da Nação têm acesso".
Javier Milei, por sua vez, também divulgou o comunicado de seu gabinete e, ao mesmo tempo, atacou o "jornalismo (90%)" como "os maiores criadores de notícias falsas da história da humanidade", por meio de uma publicação na rede social X.
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