GRANADA 12 set. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Civil, no âmbito da operação “Hoteja”, prendeu na província de Granada um homem de 20 anos como suposto autor de um crime continuado de fraude, após ter realizado 136 transações fraudulentas com um cartão bancário, totalizando mais de 11.200 euros.
A unidade de investigação da Guarda Civil de La Zubia assumiu o caso ao tomar conhecimento da queixa apresentada no último dia 2 de setembro pela vítima, uma pessoa idosa, que detectou o uso fraudulento de seu cartão ao verificar os movimentações do verão, nos quais constavam inúmeras transações online em diversos estabelecimentos, principalmente em uma localidade da província de Cádiz, bem como compras em diferentes plataformas digitais específicas.
De acordo com o comunicado divulgado pela Guarda Civil, a vítima só fazia compras presenciais em estabelecimentos da cidade de La Zubia, na província de Granada, e o cartão era normalmente administrado por um parente para compras pela internet.
A análise dos lançamentos bancários e as verificações realizadas nos comércios e estabelecimentos envolvidos, juntamente com as imagens de videovigilância coletadas, permitiram aos agentes identificar claramente o suposto autor das 136 transações fraudulentas.
No decorrer da investigação, soube-se que, no último dia 3 de setembro, essa mesma pessoa havia sido detida pela Polícia Nacional em Cádiz por crimes de fraude relacionados ao uso fraudulento de cartões bancários.
As evidências indicam que o suposto autor teria obtido um cartão clonado, possivelmente por meio de alguma plataforma digital ou utilizando tecnologia sem contato.
Após ser localizado, os guardas o detiveram, instauraram o processo contra ele e encaminharam o caso ao Tribunal de Plantão de Granada. Fontes da Guarda Civil indicam que o detido não tinha nenhuma relação com a vítima.
A Guarda Civil lembra a importância de realizar compras apenas em plataformas seguras, de tomar o máximo de precauções quanto aos locais onde os dados bancários são inseridos e de verificar periodicamente os movimentos das contas para detectar possíveis débitos não autorizados. Caso seja vítima de operações fraudulentas, recomenda-se reunir todas as informações disponíveis e registrar queixa nas autoridades competentes.
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