Publicado 03/01/2026 11:12

Pradales pede respeito à legalidade internacional após o ataque dos EUA à Venezuela e uma "solução pacífica".

Archivo - Arquivo - O lehendakari, Imanol Pradales, discursa na cerimônia institucional do "Dia da Memória", no Centro de Conferências Europa, em 10 de novembro de 2025, em Vitoria, Álava, País Basco (Espanha). Esse ato institucional lembra e presta homen
Iñaki Berasaluce - Europa Press - Arquivo

Ele vê com preocupação os acontecimentos na Venezuela e acredita que há uma necessidade urgente de "um retorno à democracia e à liberdade plena" no país.

BILBAO, 3 jan. (EUROPA PRESS) -

O Lehendakari, Imanol Pradales, pediu "respeito à legalidade internacional e à Carta das Nações Unidas na Venezuela" após o ataque dos EUA ao país e garantiu que é "urgente" uma "solução pacífica e o retorno à democracia, aos direitos humanos e à liberdade plena na Venezuela".

O Lehendakari fez essa reflexão após os ataques dos EUA contra Caracas e seus arredores e a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, durante uma operação militar na madrugada de hoje.

Pradales destacou que o Governo Basco está acompanhando "detalhadamente e com preocupação" o desenvolvimento dos acontecimentos na Venezuela, onde, como lembrou, existe uma comunidade basca "historicamente enraizada e numerosa".

Nesse sentido, ele destacou que o País Basco está pedindo "respeito à legalidade internacional e à Carta das Nações Unidas na Venezuela", e disse que compartilhava "a posição expressa pela União Europeia". "Também a defesa do multilateralismo, do diálogo e da diplomacia como um canal para a paz e a resolução de conflitos, cuja ruptura rejeitamos", disse ele.

O lehendakari disse que o direito internacional deve ser "respeitado com todas as garantias para uma transição real que garanta o retorno da democracia e da liberdade ao país", uma democracia, segundo ele, que "proteja todos os direitos e liberdades fundamentais dos venezuelanos, bem como seu livre exercício e plena soberania".

Pradales também lembrou que, no momento, dois bascos ainda estão presos na Venezuela, "sem as mínimas garantias judiciais".

Por fim, o Lehendakari disse que uma solução "pacífica" e o retorno da democracia, dos direitos humanos e da liberdade plena à Venezuela são "urgentes".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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