Publicado 21/05/2026 07:27

O PP vai centrar a "comissão SEPI" do Senado no despacho judicial sobre Zapatero: convocará sua secretária e Escrivá

Archivo - Arquivo - O ex-presidente do Governo José Luis Rodríguez Zapatero comparece perante a Comissão de Inquérito sobre o “caso Koldo”, no Senado, em 2 de março de 2026, em Madri (Espanha). Zapatero foi intimado pelo Partido Popular para prestar escla
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -

A porta-voz do PP no Senado, Alicia García, anunciou nesta quinta-feira uma “ofensiva” na comissão de inquérito do Senado sobre a SEPI contra o ex-presidente do Governo José Luis Rodríguez Zapatero e convocará algumas das figuras relevantes neste caso, como a secretária do ex-líder socialista María Gertrudis Alcázar, o ex-ministro e governador do Banco da Espanha, José Luis Escrivá, e Manuel Aarón Fajardo, a quem o PP considera o braço direito de Zapatero na Venezuela.

Foi o que comunicou Alicia García em uma coletiva de imprensa no Senado, onde antecipou que seu grupo usará a maioria no Senado para ampliar a lista de intimados nesta comissão de investigação sobre a SEPI.

“Anunciamos uma ofensiva total na Comissão de Investigação da SEPI para continuar revelando tudo o que o Governo da Espanha e Sánchez querem esconder”, explicou Alicia García.

Nesta nova lista de testemunhas encontra-se a secretária de Zapatero, María Gertrudis Alcázar, já que os “populares” a acusam de ter dado “instruções para a constituição de uma sociedade em Dubai”, bem como de “participação nas diligências realizadas junto a órgãos públicos”.

Também terá de comparecer nesta comissão de investigação Cristóbal Cano, a quem o PP define como “gestor” do empresário Julio Martínez: “Ele atuou como elo de ligação diário do círculo empresarial controlado por Martínez. Os ‘canalizadores’ do sistema financeiro para movimentar o dinheiro ilegal do resgate da Plus Ultra”.

Quanto à comparecimento de José Luis Escrivá, o PP advertiu que ele terá de responder no Senado sobre “quem lhe deu a ordem para se reunir com Zapatero, quem exigiu que ele fizesse desaparecer a dívida da Plus Ultra e se sua promoção ao Banco da Espanha tem a ver com esse movimento”.

Por fim, a lista de comparecentes também foi ampliada para incluir Manuel Aarón Fajardo, a quem o PP considera o “braço direito” de Zapatero na Venezuela, alertando que “ele deverá explicar por que a Plus Ultra entrou em contato com ele, o que precisavam, o que ofereceram a Zapatero e o que ele aceitou”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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