Ricardo Rubio - Europa Press - Arquivo
MADRID 7 jan. (EUROPA PRESS) -
O PP rejeitou nesta quarta-feira o aumento do Salário Mínimo Interprofissional (SMI) proposto pela segunda vice-presidente e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, por não ter o apoio de empregadores ou sindicatos.
"Sempre dissemos a mesma coisa", enfatizou o vice-secretário de Finanças, Habitação e Infraestrutura do PP, Juan Bravo, na coletiva de imprensa após a reunião do Conselho de Administração do partido, realizada na sede nacional.
Especificamente, o departamento liderado por Díaz propôs nesta quarta-feira aos parceiros sociais aumentar o SMI em 3,1% até 2026, para 1.221 euros por mês para quatorze pagamentos, sem tributação no IRPF.
No entanto, Bravo afirma que no PP "sempre" argumentaram que o aumento do SMI deveria vir do consenso do governo com os empregadores e sindicatos, e o que Díaz colocou na mesa, ele observou, não tem isso. É por isso que os "populares" se opõem ao plano do Ministro do Trabalho.
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