Rober Solsona - Europa Press - Arquivo
Genova" considera que "no há novidades" e garante que o presidente da Generalitat no tinha obrigao de estar no Cecopi.
MADRID, 26 fev. (EUROPA PRESS) -
O PP nacional de Alberto Núñez Feijóo reiterou publicamente nesta quarta-feira seu apoio ao presidente da Generalitat, Carlos Mazón, depois que se soube quando ele chegou ao Centro Integrado de Coordenao Operacional (Cecopi) no dia da dana, já que, como ele sublinhou, "mostrou sua cara" e "no foge", nas palavras do porta-voz de Economia da formao, Juan Bravo.
Logo pela manh, Mazón disse que em 29 de outubro, o dia da trágica seca que devastou parte da província de Valncia e causou mais de 220 mortes, ele chegou ao Cecopi s 20h28 e que o alarme de seu celular havia soado quando ele chegou ao Cecopi.
Além disso, Mazón negou que tenha mudado sua verso, depois que a Presidncia da Generalitat afirmou que ele chegou reunio depois das 19h30. "Mudana de verso? Nunca. Há outras pessoas que afirmam que me viram e isso é uma mentira. Há outros que dizem que eu interferi ou que dei autorizao prévia, e isso é mentira", acrescentou.
BRAVO: "É CLARO" QUE O GENOVA O APÓIA
Quando perguntado expressamente se o apoio da liderana nacional a Mazón continua após a última verso que ele deu, Bravo respondeu afirmativamente e enfatizou que o presidente da Generalitat "mostrou seu rosto, deu explicaes" e "no fugiu".
Além disso, ele lembrou que Mazón vinculou seu futuro político sua recuperao após a dana. "Acho que no podemos pedir mais do presidente", disse Bravo aos jornalistas nos corredores do Congresso.
O chefe de economia do PP destacou que o próprio Mazón explicou nesta segunda-feira, no café da manh informativo que ofereceu em Madri, que ele "no faz parte do Cecopi" e acrescentou que "mesmo aqueles que fazem parte" desse órgo "so aqueles que no estavam lá".
Perguntado por que foi dito na ocasio que Mazón estava lá a partir das 19h30, Bravo disse que isso teria de ser perguntado a eles. "O que eu sei é que o Sr. Mazón mostrou seu rosto, deu explicaes, no fugiu, ele liga seu futuro e toma decises no governo", acrescentou.
De acordo com Bravo, "nada mais pode ser pedido" a Mazón e "seria desejável que todos os membros do governo fizessem o mesmo". Quando perguntado se o apoio fechado de Genova ao Presidente da Generalitat continua, ele afirmou categoricamente: "É claro".
GÉNOVA': "NO HÁ NOVIDADES".
"No há novidades", afirmaram fontes da equipe de Feijóo em resposta s últimas declaraes de Mazón sobre sua chegada ao Cecopi. De acordo com elas, o presidente da Generalitat nunca disse que chegaria reunio antes do envio da mensagem de alerta.
Dessa forma, a equipe de 'Genova' endossou as declaraes de seu 'baro' regional e colocou o foco novamente no compromisso que ele assumiu perante o Parlamento valenciano de vincular seu futuro político reconstruo, algo que "eles agradecem", de acordo com as mesmas fontes.
De 'Genova', eles também insistiram que Mazón no é membro do Cecopi e que, portanto, no tinha obrigao de estar nessa reunio. "Voc acha que a liderana nacional deveria estar presente se ele chegasse em um momento ou outro?", perguntaram-se as fontes da liderana do PP.
FEIJÓO JÁ DISSE QUE O PP QUER VOLTAR AO GOVERNO DE VALNCIA
Na segunda-feira passada, no mesmo dia em que Mazón participou desse café da manh informativo em Madri - acompanhado por Cuca Gamarra, Miguel Tellado e José Luis Martínez-Almeida -, Feijóo garantiu em uma entrevista para a televiso que o PP tomará a deciso "mais oportuna" sobre o futuro do presidente da Generalitat porque seu partido está "interessado em governar novamente em Valncia".
Feijóo destacou que o próprio Mazón vinculou seu futuro ao "sucesso da reconstruo" e enfatizou que a gesto que está sendo realizada "será julgada pelos cidados". "E os valencianos diro nos próximos meses e nos próximos semestres que nota daro ao Sr. Mazón nessa reconstruo", declarou.
Além disso, Feijóo acusou o governo de Pedro Sánchez de "se opor" ao governo regional valenciano após o furaco, enquanto Mazón se dedicou a "resistir, suportar e gerenciar a reconstruo". Na mesma entrevista 'Telecinco', ele indicou que o chefe do executivo está agindo como se o que aconteceu no o afetasse, quando deveria ter declarado uma emergncia nacional.
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