Publicado 14/08/2026 09:09

O PP minimiza a divisão no governo causada por Almaraz: o Sumar não saiu por causa das esgotos, vai se separar por causa de uma usin

Archivo - Arquivo - A porta-voz do PP no Congresso, Ester Muñoz, durante uma coletiva de imprensa no Congresso dos Deputados, em 28 de abril de 2026, em Madri (Espanha).
Alberto Ortega - Europa Press - Arquivo

MADRID 14 ago. (EUROPA PRESS) -

O PP minimizou a importância das críticas do Sumar à decisão do governo de prorrogar a vida útil da usina nuclear de Almaraz (Cáceres) e não acredita que isso tenha repercussões na continuidade do governo de coalizão com o PSOE.

“O Sumar não abandonou o governo nem por causa das mulheres exploradas sexualmente, nem por causa das fraudes em contratos, nem por causa dos escândalos; eles não vão romper por causa de uma usina nuclear”, ironizou a porta-voz do PP no Congresso, Ester Muñoz, na rede social ‘X’.

O parceiro minoritário do governo criticou a prorrogação de Almaraz, publicada em meados de agosto no Boletim Oficial do Estado (BOE), e acusou o PSOE de descumprir o pacto de coalizão firmado em 2023. No entanto, a direção do Sumar não se pronunciou sobre possíveis consequências para a permanência de seus ministros.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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