Carlos Luján - Europa Press
Reafirma que não há “caso de assédio”, aponta para uma “vingança” e diz que Ayuso “não escondeu nada” MADRID 6 fev. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral do PP de Madri, Alfonso Serrano, informou nesta sexta-feira que estudará as medidas legais necessárias contra a vereadora de Móstoles por agir de “má-fé” e “prefabricar provas” contra o partido por uma “vingança pessoal”, ao gravar conversas após as acusações do prefeito, Manuel Bautista, de assédio sexual.
Em uma coletiva de imprensa para os meios de comunicação na sede do partido, na rua Génova, ele garantiu que “não houve” assédio a essa vereadora, mas que se tentou “construir um caso” para dar “presunção de veracidade” a poucas horas das eleições em Aragão.
Assim, denunciou que a vereadora agiu “de má-fé”, chegando a “gravar sem autorização” algumas conversas no partido. “Não é um caso de assédio sexual e a presidente não tem nada a ver com isso”, afirmou, ao mesmo tempo em que espera que a conversa seja divulgada “na íntegra” e “sem cortes nem manipulações”.
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