Publicado 05/02/2026 06:39

O PP de Madrid afirma que a vereadora de Móstoles negou o assédio por parte do prefeito: “Ninguém foi pressionado”.

O deputado e secretário-geral do PP em Madri, Alfonso Serrano, durante uma sessão plenária na Assembleia de Madri, em 5 de fevereiro de 2026, em Madri (Espanha). Ayuso se reencontra hoje com sua oposição parlamentar — Más Madrid, PSOE e Vox — na primeira
Alberto Ortega - Europa Press

MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) -

O secretário-geral do PP de Madri, Alfonso Serrano, afirmou nesta quinta-feira que a vereadora de Móstoles negou que houvesse qualquer caso de assédio por parte do prefeito, Manuel Bautista, e afirmou que o partido não “pressionou ninguém para encobrir absolutamente nada” em uma denúncia que foi apresentada “como uma disputa trabalhista no âmbito de um grupo municipal”.

Assim o expressou na antecâmara da Assembleia Plenária, onde garantiu que o PP manteve “um escrupuloso respeito e acompanhamento de uma denúncia” e mantém “a presunção de inocência de qualquer pessoa”, após a notícia publicada pelo jornal El País, que afirma que o partido a nível regional “pressionou” uma vereadora de Móstoles para que não tornasse público o assédio que alegava estar sofrendo por parte do vereador e que levou ao seio do partido.

“Lembro-me de dizer e perguntar literalmente se estávamos falando de um caso de assédio ou de abuso e isso me foi negado”, afirmou o “número dois” do PP de Madri.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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