Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) - O PP exigiu nesta quarta-feira a renúncia do ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, a quem acusa de “encobrir” a investigação por assédio sexual do diretor adjunto operacional (DAO) da Polícia. “É repugnante vê-lo no governo”, afirmam.
Primeiro foi a secretária de Regeneração do PP, Cuca Gamarra, que classificou como “insuficiente” a demissão do “número dois” da Polícia Nacional e exigiu a demissão do ministro.
Questionada pelos jornalistas nos corredores do Congresso sobre se tinha conhecimento de que o ministro sabia dos factos, a líder popular respondeu que sim, devido às datas da queixa e da decisão judicial. “O ministro sabia”, insistiu categoricamente. E já no hemiciclo, o secretário-geral do PP, Miguel Tellado, acrescentou que “é nauseante ver Marlaska sentado no banco azul” do Governo.
O DAO da Polícia Nacional, o comissário principal José Ángel González, renunciou nesta terça-feira ao cargo de comandante máximo deste corpo após a decisão do Tribunal de Violência contra a Mulher Número 8 de Madri de citá-lo como investigado ao admitir uma queixa por um suposto crime de agressão sexual cometido contra uma subordinada no mês de abril. A queixa está datada de 9 de janeiro.
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