Publicado 18/02/2026 06:03

O PP exige a demissão de Marlaska por "encobrir" a queixa por assédio da Polícia: É repugnante vê-lo no Governo.

O secretário-geral do PP, Miguel Tellado, intervém durante uma sessão de controlo ao Governo, no Congresso dos Deputados, em 18 de fevereiro de 2026, em Madrid (Espanha). O Governo enfrenta uma nova sessão de controlo no Congresso em que
Eduardo Parra - Europa Press

MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) - O PP exigiu nesta quarta-feira a renúncia do ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, a quem acusa de “encobrir” a investigação por assédio sexual do diretor adjunto operacional (DAO) da Polícia. “É repugnante vê-lo no governo”, afirmam.

Primeiro foi a secretária de Regeneração do PP, Cuca Gamarra, que classificou como “insuficiente” a demissão do “número dois” da Polícia Nacional e exigiu a demissão do ministro.

Questionada pelos jornalistas nos corredores do Congresso sobre se tinha conhecimento de que o ministro sabia dos factos, a líder popular respondeu que sim, devido às datas da queixa e da decisão judicial. “O ministro sabia”, insistiu categoricamente. E já no hemiciclo, o secretário-geral do PP, Miguel Tellado, acrescentou que “é nauseante ver Marlaska sentado no banco azul” do Governo.

O DAO da Polícia Nacional, o comissário principal José Ángel González, renunciou nesta terça-feira ao cargo de comandante máximo deste corpo após a decisão do Tribunal de Violência contra a Mulher Número 8 de Madri de citá-lo como investigado ao admitir uma queixa por um suposto crime de agressão sexual cometido contra uma subordinada no mês de abril. A queixa está datada de 9 de janeiro.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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