Publicado 17/11/2025 11:11

O PP diz, depois que Ayuso se recusa a registrar as pessoas que se opõem ao aborto, que "se houver dúvidas", elas devem ir ao tribun

Quando perguntado se apoiava Ayuso nessa decisão, Bravo indicou que as leis "são modificadas ou cumpridas".

Archivo - Arquivo - O secretário adjunto de Finanças, Habitação e Infraestrutura do PP, Juan Bravo, durante uma coletiva de imprensa na sede do PP, em 11 de agosto de 2025, em Madri (Espanha). Bravo apresentou as iniciativas do Partido Popular em termos d
Ricardo Rubio - Europa Press - Arquivo

MADRID, 17 nov. (EUROPA PRESS) -

O vice-secretário de Finanças, Habitação e Infraestrutura do PP, Juan Bravo, disse na segunda-feira, depois que o governo de Madri se recusou a criar um registro de pessoas que se opõem ao aborto e o Ministério da Saúde vai levar essa decisão ao tribunal, que se "há dúvidas" na aplicação de uma lei, é preciso ir ao tribunal para buscar uma solução.

"As leis são cumpridas ou, se houver dúvidas, são modificadas. E quando há dúvidas em sua aplicação, deve ser o canal judicial que deve resolvê-las. E é isso que foi proposto", disse Bravo em uma coletiva de imprensa na sede do PP, quando perguntado se 'Genova' apoia Ayuso em sua decisão.

O chefe do Executivo, Pedro Sánchez, anunciou na segunda-feira que o Governo pedirá à Procuradoria do Estado que apresente um recurso administrativo contencioso perante o Tribunal Superior de Justiça (TSJ) de Madri contra a Comunidade de Madri por não apresentar seu registro de objetores de aborto.

A presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, declarou que somente "um ditador" pode obrigar os médicos a fazer "o que eles não querem", ao mesmo tempo em que criticou o fato de o presidente do governo achar que os espanhóis são "tolos" e vivem "em um mundo paralelo ao seu".

BRAVO: AS LEIS "OU SÃO MODIFICADAS OU SÃO CUMPRIDAS".

Quando lhe perguntaram como ele avalia a situação de "rebelião legal" da Presidente de Madri ao não apresentar o registro de opositores, embora a lei a obrigue a fazê-lo, Bravo ressaltou que as leis "ou são modificadas ou são cumpridas".

"Mas uma das duas questões tem que ser feita e, quando há diferenças, é preciso recorrer aos tribunais para chegar a essa resolução", acrescentou, depois que o Ministério da Saúde vai levar o governo de Ayuso aos tribunais por não entregar o registro dos médicos que se opõem ao aborto por motivos de consciência.

Dito isso, Bravo lembrou que, na semana passada, o plenário do Congresso aprovou algumas emendas do PP à Lei de Mobilidade - como a recuperação de indenizações por atrasos no AVE - e "nem mesmo uma hora se passou" e o ministro dos Transportes, Oscar Puente, veio a público para dizer "que não iria cumpri-las".

"Acho que há uma diferença importante. Propomos que, se houver diferenças ou dúvidas sobre a aplicação da lei, elas devem ser levadas aos tribunais para que a interpretação seja correta para todos", disse o secretário adjunto do PP.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado