Ricardo Rubio - Europa Press
MADRID 3 ago. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral do PP, Miguel Tellado, apontou nesta segunda-feira o presidente do Governo, Pedro Sánchez, como o “principal responsável” pela crise migratória em Ceuta, evitando criticar o papel do Marrocos, embora tenha exigido saber o que “deu errado na coordenação” com o país magrebino.
Em uma coletiva de imprensa na sede nacional do partido, Tellado insistiu em atribuir o que definiu como a “grande invasão” da cidade autônoma à “negligência crônica e contínua” de Sánchez nas políticas de imigração, de segurança e de relações exteriores, e se empenhou em ressaltar que, por mais que o governo afirme o contrário, a “normalidade” ainda não voltou a Ceuta.
Nesse contexto, ele repreendeu Sánchez por ter iniciado, neste sábado, suas férias de verão em Lanzarote, um dia após visitar a cidade autônoma, e que em Moncloa tenham ignorado as advertências sobre o aumento do fluxo de entradas em Ceuta que, desde a última segunda-feira, vinham sendo feitas pelo presidente da cidade autônoma, Juan Jesús Vivas, do Partido Popular.
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