MURCIA 4 out. (EUROPA PRESS) -
O Partido Popular da Região de Múrcia acusa o Governo de Pedro Sánchez de "enviar pela porta dos fundos para a Região" 340 menores migrantes não acompanhados como supostos adultos desde 2023 e pediu ao Executivo central que "determine a idade antes da transferência".
Esses menores foram enviados pelo Governo de Sánchez das Ilhas Canárias para o antigo Hospital Naval de Cartagena "quando isso é impedido pelo protocolo" e com "o único objetivo de transferir sua responsabilidade pela gestão da crise migratória para a Comunidade Autônoma de Múrcia".
O deputado do PP, Miguel Ángel Miralles, alertou sobre "o fracasso persistente do sistema e o caos gerado pelo governo de Sánchez" e exigiu "que ele assuma as consequências diretas de sua política migratória desastrosa e o cuidado com os menores, bem como o financiamento", porque "os menores não podem ser tratados como mercadoria".
Em vista disso, exigiu explicações urgentes do delegado do governo de Pedro Sánchez para que "enfrente a situação e não continue se escondendo", porque "diante desse drama humano, o Estado não pode ficar de braços cruzados, mas deve garantir os protocolos, além de garantir o financiamento da recepção".
Miralles ressaltou que "a solidariedade da Região de Múrcia está mais do que demonstrada, pois no último ano e meio atendeu cerca de mil menores desacompanhados", e acusou o governo de Sánchez de "desprotegê-los, permitindo transferências com adultos e sem fornecer o financiamento necessário para sua recepção, fornecendo apenas 5% do custo total".
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