Publicado 03/01/2026 09:27

O PP está acompanhando de perto a situação na Venezuela e expressa sua preocupação com o povo espanhol e venezuelano.

O Presidente do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, comparece perante a mídia na sede nacional do Partido Popular, em 29 de dezembro de 2025, em Madri (Espanha). Faltando dois dias para o final do ano corrente, durante seu discurso
Eduardo Parra - Europa Press

MADRID 3 jan. (EUROPA PRESS) -

No sábado, o Partido Popular expressou seu monitoramento "cuidadoso" da situação na Venezuela e expressou sua "principal preocupação" com os cidadãos espanhóis que residem no país, bem como com os venezuelanos como um todo.

Em uma mensagem transmitida pelo canal 'X', o presidente do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, enfatizou que sua "prioridade máxima em todos os momentos" é a proteção dos espanhóis na Venezuela e reiterou seu apoio a "um futuro sem repressão e com uma transição democrática" liderada pelo presidente eleito Edmundo González Urrutia e pela líder da oposição María Corina Machado.

O PP lembrou que "a Venezuela sofreu uma ditadura de ferro" e disse que "há muitos anos vem denunciando o regime do presidente Nicolás Maduro e seus aliados, também da órbita do governo da Espanha", ao mesmo tempo em que afirmou que "hoje é um dia ruim para todos eles".

O partido também criticou o fato de que "o atual governo socialista removeu o vencedor das eleições da Venezuela". "Os Estados Unidos, que permaneceram no poder apesar de terem perdido as eleições", acrescentou.

O PP argumentou que a prudência é compatível com a esperança de que a Venezuela recupere o futuro que Maduro lhe arrancou com o silêncio cúmplice de muitos dos líderes do meu país. Somente a liberdade e a democracia trarão o futuro pacífico que a Venezuela merece", concluiu a mensagem.

Nesse contexto, o Ministério de Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação anunciou que está monitorando de perto a situação na Venezuela, em coordenação com seus parceiros na União Europeia e nos países da região.

Por sua vez, o governo venezuelano denunciou uma série de ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos contra "o território e a população venezuelanos em localidades civis e militares" na capital do país, Caracas, e nos estados de Miranda (onde fica a cidade), Aragua e La Guaira, no que condenou como uma "agressão militar muito grave contra o território e a população venezuelanos".

Nesse contexto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o Exército dos EUA "capturou" o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, que foram transferidos para fora do país.

O governo venezuelano, por meio de sua vice-presidente Delcy Rodríguez, admitiu que até o momento não tem registro do paradeiro do casal e exigiu que Trump entregasse a prova de vida de ambos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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