Publicado 02/10/2025 07:44

Portugal descarta que Israel tenha cometido crimes no embarque da flotilha: "Não tenho informações sobre isso".

Archivo - LISBOA, 5 de junho de 2025 -- Luis Montenegro discursa na cerimônia de posse do novo governo em Lisboa, Portugal, em 5 de junho de 2025. Luis Montenegro, líder do Partido Social Democrata (PSD) e chefe da Aliança Democrática (AD), foi de
Xun Wei / Xinhua News / ContactoPhoto - Arquivo

Montenegro considera que a "mensagem política" da flotilha "já foi transmitida".

COPENHAGUE, 2 out. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, disse não ter informações que permitam concluir que tenha ocorrido qualquer tipo de crime durante o embarque, por tropas israelenses, da flotilha que se dirigia à Faixa de Gaza e que foi interceptada a poucas milhas náuticas da costa palestina.

"Não tenho nenhuma informação com a qual eu possa tirar uma conclusão como essa", respondeu Montenegro quando perguntado se ele acreditava que os passageiros portugueses da Flotilha Global Sumud sofreram algum tipo de crime na quarta-feira.

"O que nós vamos salvaguardar é o apoio consular aos cidadãos portugueses e a forma tranquila como queremos que eles regressem a Portugal", disse à chegada à cúpula da Comunidade Política Europeia, em Copenhague.

Montenegro disse esperar que "toda a ajuda humanitária que a flotilha transportava seja garantida", cuja "mensagem política" já "foi dada", disse o primeiro-ministro português, que, segundo ele, teria preferido transmitir a mensagem de outra forma.

Entre os passageiros da flotilha estavam três cidadãos portugueses, um deles a deputada do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua. Montenegro disse não saber como estão seus compatriotas, mas afirmou estar confiante de que os procedimentos para o retorno deles ao país serão resolvidos "sem incidentes".

"Foi isso que as autoridades israelenses nos disseram", disse o chefe do governo português.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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