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MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) - O ministro da Defesa da Polônia, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, criticou nesta quarta-feira a proposta apresentada ontem pelo presidente Karol Nawrocki ao programa de financiamento militar da União Europeia SAFE, do qual o país seria o maior beneficiário. “É pior do que eu esperava”, afirmou. Kosiniak-Kamysz tentou convencer Nawrocki na reunião de terça-feira, na qual esteve presente o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, e ressaltou que o veto seria um obstáculo para as compras de defesa. “Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para não desperdiçar esse potencial”, disse ele, segundo a imprensa polonesa. O ministro da Defesa explicou que a proposta do presidente se baseia nos lucros do Banco Nacional da Polônia, que “são mais virtuais” e “para dizer o mínimo, sujeitos a certas manobras contábeis”.
Nawrocki tem até 20 de março para tomar uma decisão sobre esta iniciativa dotada de 150 mil milhões de euros para apoiar a indústria de armamento europeia, que também conta com a aprovação do Legislativo. A Polónia apresentou um pedido de financiamento de 43,7 mil milhões de euros, o que a torna a maior beneficiária deste sistema de empréstimos. No entanto, Nawrocki tem demonstrado constantemente que não concorda com o plano, que definiu como “uma tábua de salvação para a Alemanha”. No passado, o presidente polonês já se opôs a outras medidas de segurança. O governo poderia derrubar o veto se conseguir 276 votos de apoio do Parlamento, no qual dispõe de 248 cadeiras.
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