Publicado 15/09/2026 12:13

A Polônia reforça sua fronteira com a Ucrânia após o ataque russo de domingo contra um trem próximo ao seu território

Infraestrutura da Guarda de Fronteira da Polônia
MINISTRO DE DEFENSA DE POLONIA EN X

MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Defesa da Polônia, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, informou nesta terça-feira que as autoridades estão reforçando a zona de fronteira com a Ucrânia, que se estende por mais de 500 quilômetros, após o ataque russo do último domingo em território ucraniano, embora muito próximo da fronteira com a Polônia.

“Estamos reforçando a proteção de nossos postos de fronteira com a Ucrânia”, afirmou ele em suas redes sociais, destacando o aumento da “infraestrutura” utilizada pela Guarda de Fronteira.

Kosiniak-Kamysz, que indicou que os militares do 18º Regimento de Engenheiros já estão trabalhando nisso, destacou que a decisão do Executivo de Donald Tusk ocorre em resposta às ações da Rússia dos “últimos dias”, as quais “representam uma ameaça à segurança de toda a Europa”.

Suas declarações foram feitas depois que um trem com mais de 200 pessoas a bordo — segundo as autoridades ucranianas — tenha sido atingido por um ataque lançado no domingo contra um ponto do território ucraniano próximo à fronteira com a Polônia, o que levou o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, a convocar uma reunião de emergência do Gabinete de Segurança ainda naquele mesmo dia.

O trem circulava por uma linha ferroviária usada pouco antes por outro trem no qual viajavam os ex-primeiros-ministros britânico e sueco, Boris Johnson e Carl Bildt, juntamente com outros diplomatas europeus, após participarem de uma conferência de segurança realizada na capital ucraniana, Kiev.

Nesta mesma segunda-feira, o governo russo rejeitou as acusações contra si por esse ataque, que não causou vítimas, afirmando que ele foi direcionado “exclusivamente contra instalações militares, transporte militar e infraestrutura logística utilizada pelo regime de Kiev, inclusive no oeste da Ucrânia”, nas palavras da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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