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MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, pediu nesta segunda-feira a "unidade" e o "rearmamento" dos países membros da União Europeia e garantiu que, caso contrário, "ninguém levará a sério uma Europa fraca" em uma situação geopolítica complexa.
"Ninguém levaria a sério uma Europa dividida e fraca: nem o inimigo nem o aliado. Isso está absolutamente claro agora. Devemos acreditar em nossa força, continuar a nos armar e permanecer unidos como nunca antes", disse o primeiro-ministro em uma mensagem nas mídias sociais.
Nesse sentido, ele esclareceu a importância de agir "um por todos e todos por um". "Caso contrário, estamos acabados", lamentou Tusk poucas horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reivindicar mais uma vez a Groenlândia por motivos de "segurança".
As aspirações expansionistas de Trump em relação à Groenlândia têm sido uma constante desde que ele retornou à Casa Branca há um ano. Sob a justificativa de segurança nacional e apelando para a presença de navios chineses e russos na região, o presidente dos EUA vem reivindicando o controle da ilha.
Além disso, a invasão russa na Ucrânia continua e está se aproximando de seu quarto ano consecutivo. Soma-se a isso a crescente incerteza sobre a continuidade do apoio dos EUA durante o governo Trump. Isso fez com que alguns líderes europeus pedissem a importância da união para evitar "consequências catastróficas" para a segurança e a estabilidade.
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