POLICÍA NACIONAL - Arquivo
O SUP solicita que os seis policiais que intervieram sejam condecorados por sua atuação
SANTIAGO DE COMPOSTELA, 4 set. (EUROPA PRESS) -
Seis policiais da Polícia Nacional prestaram socorro, em uma residência em Santiago, a uma mulher que havia sido agredida com garrafadas pelo marido, o qual cortou o próprio pescoço com uma faca ao acreditar que ela estivesse morta.
Os fatos ocorreram em 29 de julho, quando os policiais receberam uma denúncia sobre gritos de socorro e uma forte discussão entre um casal em um prédio no centro da cidade, segundo o relato do Sindicato Unificado da Polícia (SUP).
Ao chegarem ao local, os policiais identificaram o prédio de onde vinham os gritos de socorro e observaram um apartamento de onde saía sangue por baixo da porta.
Os policiais deram as orientações necessárias para que a mulher abrisse a porta e a encontraram gravemente ferida. Diante disso, eles procederam à evacuação dela, e os profissionais de saúde a transportaram de ambulância para o hospital de referência.
A mulher explicou aos policiais que havia sido agredida pelo marido com várias batidas de garrafa na cabeça. O homem, acreditando que ela estivesse morta, cortou o pescoço com uma faca e afirmou: “Agora que você se foi, eu também vou embora”.
Os policiais localizaram dentro da residência o agressor, que estava inconsciente com um ferimento profundo causado por arma branca no pescoço. Por fim, o homem foi levado ao CHUS, onde passou por uma cirurgia de emergência.
CONDECORAÇÃO AOS SEIS AGENTES
Por essa “ação brilhante”, o SUP solicita que os agentes recebam uma condecoração à altura da intervenção. Por meio de um comunicado, o sindicato afirma que esse tipo de intervenção “confere prestígio e projeta uma imagem policial de serviço e segurança para a população”.
Além disso, o sindicato lamenta que, durante este ano, em Santiago, tenham ocorrido “várias intervenções dignas de destaque” e que “nenhuma delas” tenha recebido um reconhecimento “digno do trabalho realizado”.
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