Publicado 24/06/2026 07:41

A Polícia da Bolívia detém a ex-ministra da Cultura de Evo Morales para “fins de investigação”

Archivo - Arquivo - O ex-presidente boliviano Evo Morales
El Universal/El Universal via ZU / DPA - Arquivo

MADRID 24 jun. (EUROPA PRESS) -

A Polícia da Bolívia deteve a ex-ministra da Cultura do governo do ex-presidente Evo Morales, Wilma Alanoca, para “fins de investigação”, um acontecimento que causou tumulto por alguns minutos na praça Murillo, no centro da cidade de La Paz.

“Sem mais nem menos, esses policiais, que não quiseram se identificar — na verdade, eram cinco —, vieram até mim para dizer: ‘para fins de investigação, você precisa ir à Força Especial de Combate ao Crime (Felcc)’”, explicou a própria ex-ministra em declarações à emissora RKC.

Alanoca explicou que chegou à praça para dar uma coletiva de imprensa e que, justamente naquele momento, foi interceptada por um grupo de policiais. Além disso, ela denunciou que não existe qualquer mandado de prisão contra ela.

No entanto, os policiais a conduziram até um viatura policial após abordá-la em plena rua. Alanoca costuma dar declarações à imprensa para defender Morales e as organizações que continuam a apoiá-lo, apesar das investigações contra ele por tráfico de pessoas, estupro, entre outros crimes. Além disso, pesam contra ele vários mandados de prisão, embora ele se encontre refugiado na região cocalera do Chapare, no interior do país.

Nas últimas eleições gerais, a ex-ministra concorreu como “número dois” na candidatura frustrada do líder cocalero.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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