Publicado 06/04/2025 08:58

Polícia colombiana mata o "número cinco" do Clã do Golfo

Liderança do Clã do Golfo
MINISTERIO DE DEFENSA DE COLOMBIA

MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -

A polícia colombiana matou o "número cinco" da organização criminosa Clan del Golfo, Miguel Demoya Hernández, conhecido como "Chirimoya", em uma operação apoiada pela Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), de acordo com o presidente colombiano Gustavo Petro.

"Em operações conjuntas com a DEA e a Polícia Nacional, o quinto líder do Clã do Golfo, o quinto à direita do vídeo e o quinto na linha de comando do Clã, foi morto", explicou Petro em uma mensagem publicada na rede social X e acompanhada de um vídeo em que o falecido aparece.

"As prioridades do Clã são o narcotráfico, o tráfico de migrantes no Darién, que já é muito pequeno, e a extorsão generalizada no Caribe colombiano", enfatizou Petro.

O diretor da polícia, general Carlos Fernando Triana, explicou que a operação contra 'Chiromoya' foi realizada em uma área rural do município de La Apartada, em Córdoba.

"Esse forte resultado operacional, coordenado com a DEA, é um golpe estrutural na liderança do 'clã do Golfo'", disse ele.

A Embaixada dos EUA na Colômbia elogiou a "operação bem-sucedida" que "reflete o compromisso do povo colombiano na luta contra os grupos armados do narcotráfico que ameaçam a segurança e a democracia da Colômbia e da região", de acordo com uma mensagem publicada em sua conta no X.

Chirimoya' havia se tornado uma prioridade para os Estados Unidos porque o identificaram como responsável pela abertura de novas rotas de tráfico de drogas da costa atlântica colombiana para a América Central, os Estados Unidos e a Europa, especialmente de Córdoba, Sucre, Santander, Bolívar e Atlántico, de acordo com o diário colombiano El Tiempo.

Essas remessas eram coordenadas diretamente por "Chirimoya" com a liderança da organização, composta por Jobanis de Jesús Ávila Villadiego, vulgo "Chiquito Malo"; José Gonzalo Sánchez Sánchez, vulgo "Gonzalito"; Orozman Orlando Ostén Blanco, vulgo "Rodrigo" e Elkin Casarrubia Posada, vulgo "Joaquín".

"Em sua área de influência, ele também promovia extorsão, mineração ilegal e homicídios. Sua carreira criminosa começou como assassino, depois ele se tornou um líder financeiro, líder de área e líder de subestrutura", explicou uma fonte citada pelo 'El Tiempo'.

Com a morte de 'Chirimoya', esse grupo armado perdeu a liderança do chamado Bloco Arístides Mesa Páez, a estrutura que mais se fortaleceu e expandiu nos últimos dois anos, especialmente no sul de Bolívar.

O Bloco é formado por cinco frentes e duas empresas móveis, com mais de 2.028 indivíduos, incluindo elementos armados e redes de apoio.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado