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A maioria deles foi detida apenas por exibir um cartaz de apoio a "uma organização proibida", de acordo com o METRID 10 ago. (EUROPA PRESS) -
A polícia de Londres finalmente confirmou que um total de 532 pessoas foram presas no último sábado na capital britânica para protestar contra a proibição da ONG pró-palestina Palestine Action por ter realizado um recente ataque a uma base militar britânica.
"A grande maioria das prisões (522) foi por exibir um artigo (neste caso, um cartaz) em apoio a uma organização proibida (neste caso, a Palestine Action), em contravenção à seção 13 da Lei do Terrorismo de 2000", disse a Polícia Metropolitana de Londres em sua estimativa final.
"Seis prisões por agressões a policiais. Felizmente, nenhum deles ficou gravemente ferido", disse a polícia, acrescentando que a idade média dos detidos era de 54 anos. Imagens capturadas pela mídia britânica mostraram policiais expulsando idosos que participavam dos protestos, concentrados na Praça do Parlamento.
Após a proibição da Palestine Action de acordo com a lei antiterrorismo de 2000, apoiar ou pertencer à organização será considerado crime, com penas máximas de até 14 anos de prisão, embora os advogados da organização tenham argumentado até o último minuto que a proibição representa "um abuso autoritário" de poder, de acordo com a rádio e televisão públicas BBC.
O governo de Keir Starmer pressionou pela ilegalização do grupo após um ataque a uma base aérea em que os ativistas picharam com spray as aeronaves militares. As autoridades estimaram os danos em 7 milhões de libras (8,1 milhões de euros).
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