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MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
A Justiça do Peru decidiu nesta sexta-feira prorrogar por doze meses a prisão preventiva imposta em março de 2023 ao ex-presidente Pedro Castillo (2021-2022), no âmbito de uma investigação contra ele por suposta corrupção e liderança de uma organização criminosa.
O juiz Edhin Campos determinou a prorrogação da prisão preventiva do ex-presidente até março de 2027. Ele é investigado por supostamente ter formado uma rede que cobrava comissões em troca da concessão de contratos públicos — principalmente dos ministérios da Habitação e dos Transportes — a empresas e pessoas próximas.
Neste caso, também está sendo investigado o ex-ministro Geiner Alvarado — que chegou a dirigir os dois ministérios citados durante o breve mandato de Castillo —, cujo período de prisão preventiva também foi prorrogado até outubro deste ano, segundo o jornal “La República”.
O Ministério Público peruano sustenta que Alvarado, na qualidade de ministro, desempenhou um papel fundamental na execução de projetos, enquanto Castillo seria o suposto líder da rede. Ambos estão sendo investigados por diversos atos de corrupção, incluindo crimes de organização criminosa, conluio e tráfico de influências.
O ex-presidente Castillo também está condenado a onze anos e cinco meses de prisão pelo crime de conspiração para rebelião, devido à tentativa fracassada de autogolpe de Estado em dezembro de 2022.
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