Publicado 04/02/2026 06:09

O PNV não prevê alterações ao decreto do escudo social e irá apoiá-lo após a "salvaguarda" dos pequenos proprietários.

Archivo - Arquivo - A porta-voz do PNV no Congresso, Maribel Vaquero, intervém durante uma sessão plenária extraordinária, no Congresso dos Deputados, em 9 de julho de 2025, em Madri (Espanha). Sánchez comparece a uma sessão plenária extraordinária para t
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

Vaquero destaca que, “sobretudo os aposentados”, se viam na “impossibilidade de expulsar as pessoas que não pagavam”. BILBAU 4 fev. (EUROPA PRESS) -

A porta-voz do PNV no Congresso dos Deputados, Maribel Vaquero, não prevê novas alterações no decreto do escudo social e irá apoiá-lo após a “salvaguarda” dos pequenos proprietários que têm apenas uma habitação para arrendamento, acordada com o Governo de Pedro Sánchez. Além disso, destacou que, “sobretudo os pensionistas”, se viam na “impossibilidade de expulsar as pessoas que não pagavam” a renda.

Os jeltzales chegaram na terça-feira passada a um acordo com o Executivo para ampliar o escudo social aos proprietários com uma única habitação para arrendamento. Em declarações à TVE, recolhidas pela Europa Press, Vaquero indicou que o Grupo Basco votará a favor do escudo social depois de ter negociado com o Governo que essa “salvaguarda” seja produzida. “Temos que levar em conta que os pequenos proprietários muitas vezes caem em situações de vulnerabilidade porque não recebem o aluguel e também vivem da compensação dessa pensão graças ao aluguel dessa moradia”, acrescentou.

Além disso, destacou que, quando propuseram essa medida, “estava a dificultar que outras pessoas, outras famílias pudessem alugar uma habitação”, uma vez que, “como efeito colateral, o que estava a acontecer era que, devido a esta insegurança ou perceção de insegurança pelos casos que estavam a ocorrer, muitas pessoas não alugavam a sua habitação”.

Questionada sobre se temem que possa haver novas alterações no decreto por parte do Governo, afirmou que este “já foi aprovado pelo Conselho de Ministros e o que resta é validá-lo ou não”.

“Neste momento, não pode haver alterações no decreto-lei que já foi aprovado pelo Conselho de Ministros. E o que acreditamos é que o escudo social da habitação não deve ser assumido pelos proprietários e muito menos pelos pequenos proprietários”, insistiu. “NO MESMO SACO”

Maribel Vaquero lamentou que se tenha “tentado colocar todos os proprietários no mesmo saco, tanto os pequenos como os grandes proprietários, que não têm a mesma realidade e não sofrem a mesma realidade”.

“Por isso, esta denúncia que recebemos de numerosos pequenos proprietários, sobretudo pensionistas, que estavam vendo como a impossibilidade de expulsar as pessoas que não pagavam de suas casas e não receber esse aluguel lhes estava gerando verdadeiros problemas e os estava deixando em situação de vulnerabilidade”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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