Ameer Al Mohammedaw/dpa - Arquivo
MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) reivindicou a responsabilidade por dois ataques com drones nos últimos dias contra as forças de segurança na região semi-autônoma do Curdistão iraquiano, que resultaram em cinco policiais feridos, depois que Erbil atribuiu os incidentes a "um grupo terrorista".
As Forças de Defesa do Povo (HPG), o braço armado do PKK, alegou que as forças Peshmerga na região haviam estabelecido "uma nova base militar" entre as cidades de Balave e Guherze, o que foi associado a "um plano do exército turco para cercar e aniquilar" suas forças.
"Em resposta, nosso comando na área realizou intervenções de alerta de baixo nível em 28 e 29 de abril, tomando cuidado para evitar a perda de vidas (entre as forças de segurança curdas)", disse ele, conforme relatado pela estação de televisão curda Rudaw.
Ele também disse que os Peshmerga estão tentando bloquear uma estrada importante na área, no contexto de disputas históricas entre o PKK e o partido governante na região do Curdistão iraquiano, o Partido Democrático do Curdistão (KDP), que até agora não comentou as declarações do grupo armado.
O Iraque anunciou, em março de 2024, a ilegalização do PKK em meio a uma reaproximação com a Turquia que inclui esforços para fortalecer os laços de segurança. O grupo está envolvido em um processo diplomático com Ancara para tentar chegar a um acordo de paz.
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