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MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -
O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) anunciou na segunda-feira sua dissolução e o fim da luta armada, uma decisão tomada no congresso do grupo realizado na semana passada, após um apelo histórico de seu líder preso, Abdullah Ocalan, para que desse esse passo, em meio a esforços para chegar a um acordo de paz com o governo turco.
O grupo disse que o 12º congresso do PKK havia decidido dissolver sua estrutura organizacional e encerrar a luta armada, pondo fim a "todas as atividades realizadas em nome do PKK", de acordo com a agência de notícias curda Firat, que é ligada ao grupo.
A declaração foi feita dias depois que o PKK confirmou que o congresso havia sido realizado entre 5 e 7 de maio "em duas áreas diferentes", com delegados representando "todos os ramos do partido", e disse que os resultados das reuniões seriam publicados "muito em breve", assim que as conclusões dos contatos nos dois locais "fossem combinadas".
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