Publicado 08/09/2026 06:41

Pezeshkian afirma que o Irã se opõe à guerra, mas “resistirá até que os agressores se arrependam”

1º de setembro de 2026, Teerã, Teerã, Irã, República Islâmica do: O presidente iraniano Masoud Pezeshkian se reúne com o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, à margem da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, em Bishkek, no Quirgu
Europa Press/Contacto/Iranian Presidency Office a

MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, afirmou nesta terça-feira que a República Islâmica se opõe à guerra com os Estados Unidos, mas insistiu que o país “resistirá até que os agressores se arrependam”.

“A República Islâmica do Irã sempre se opôs à guerra e sempre considerou que preservar os interesses do povo e a segurança da região passa por evitar provocar conflitos”, enfatizou o líder iraniano em uma mensagem nas redes sociais.

Nesse sentido, Pezeshkian afirmou que, até o momento, Teerã “se levantou corajosamente em legítima defesa diante das agressões”, algo que, segundo ele, continuará no atual contexto de tensões com Washington.

O Irã “continuará firmemente com essa resistência até que os agressores se arrependam completamente”, ressaltou ele, afirmando que a República Islâmica “continuará defendendo os direitos da grande nação iraniana”.

O presidente iraniano lançou, nas últimas semanas, mensagens de abertura à via diplomática e ao fim da guerra, após sinalizar que Teerã está pronta para “adotar imediatamente medidas recíprocas” caso os Estados Unidos “retornem aos seus compromissos” com o memorando de entendimento assinado em junho no Paquistão.

Essa abordagem surge em um momento em que se registra um recrudescimento das tensões com Washington, com novos bombardeios na região do Estreito de Ormuz e diante da falta de um acordo para pôr fim ao conflito no Oriente Médio.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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