PRESIDENCIA DE COLOMBIA EN X
MADRID 2 fev. (EUROPA PRESS) - O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, partiu neste domingo de Bogotá com destino aos Estados Unidos, onde tem prevista uma visita de vários dias, que inclui uma reunião com seu homólogo norte-americano, Donald Trump, para abordar, entre outros assuntos, suas diferenças na luta contra o narcotráfico.
“Temos muitos motivos para chegar a um acordo pela vida em todas as Américas, no mundo e, esperamos, dentro da Colômbia”, declarou ele no Comando Aéreo de Transporte Militar no aeroporto El Dorado, na capital colombiana, Bogotá, em um dia em que se reuniu com o chefe da missão da Embaixada dos Estados Unidos na Colômbia, John McNamara.
A Presidência colombiana descreveu esta viagem de Petro como “um marco” nas relações entre Washington e Bogotá, destacando que o presidente, durante sua passagem pela capital americana entre 3 e 5 de janeiro, promoverá “espaços de diálogo político, cooperação legislativa, intercâmbio acadêmico e aproximação com a diáspora colombiana”.
Em particular, a visita do líder colombiano incluirá um encontro com a comunidade colombiana na Biblioteca Martin Luther-King, uma conferência na Universidade de Georgetown sobre “os desafios das mudanças climáticas no continente americano e o papel da região na transição energética” e uma reunião com associações sindicais do setor cacaueiro nos Estados Unidos.
A comitiva colombiana é formada também pelos ministros das Relações Exteriores, Rosa Villavicencio, e da Defesa, Pedro Sánchez; pela diretora de Substituição de Cultivos, Gloria Miranda, e pelo diretor da Direção Nacional de Inteligência (DNI), René Guarín.
De acordo com informações da emissora Caracol, Petro também será acompanhado pelo presidente da Ecopetrol — a principal petrolífera colombiana —, Ricardo Roa, e pela embaixadora do país na Áustria e chefe da Missão Permanente da Colômbia junto às Nações Unidas em Viena, Marcela Tovar.
A reunião entre Trump e Petro, prevista para esta terça-feira, 3 de janeiro, ocorrerá após um último ano marcado por ameaças e hostilidades do presidente norte-americano em relação ao seu homólogo colombiano, incluindo sua inclusão na lista Clinton, um registro para acusar pessoas — físicas e jurídicas — de ligações com o narcotráfico.
Nesse sentido, o governo colombiano afirmou há pouco mais de uma semana que havia obtido garantias dos Estados Unidos de que Petro não seria detido durante sua estadia na capital americana, tendo em vista o que aconteceu com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no início de 2026.
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