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MADRID 15 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu à Nicarágua a extradição de seu ex-diretor do Departamento Administrativo da Presidência (Dapre), Carlos Ramón González, implicado no grave escândalo de corrupção da Unidade Nacional de Gestão de Risco de Desastres (UNGRD).
"O sistema judiciário colombiano requer Carlos Ramón González e o governo nicaraguense será solicitado a entregá-lo, se ele residir naquele país", publicou Petro em sua conta na rede social X.
Ex-funcionários de alto escalão da agência denunciaram a existência de contratos irregulares que teriam sido destinados a congressistas para processar as reformas do governo. O caso está relacionado a irregularidades em três contratos da entidade estatal no valor de 92 bilhões de pesos (cerca de 20 milhões de euros).
O nome de González, em princípio, aparece em um registro oficial da Nicarágua como solicitante de residência. O ex-assessor, um importante operador político, foi diretamente ligado ao escândalo após declarações do ex-diretor da UNGRD, Olmedo López. Depois disso, o Ministério Público da Colômbia o acusou de suborno por "dar ou oferecer lavagem de dinheiro por apropriação em favor de terceiros".
A Promotoria sustenta que González - que deixou o país sem revelar seu destino, de acordo com sua defesa, por "razões pessoais" - desempenhou um papel decisivo no planejamento e execução das transferências de dinheiro, aproveitando-se de sua posição e conexões dentro do governo.
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