Publicado 30/12/2025 03:19

Petro pede aos promotores colombianos que ajam para extraditar o "capo" do ELN da Espanha

Archivo - Arquivo - 5 de abril de 2025, Pasto, Narino, Colômbia: O presidente colombiano Gustavo Petro participa de um evento na cidade de Pasto, anunciando a destruição de materiais bélicos e a incorporação de programas de substituição de culturas dos "C
Europa Press/Contacto/Camilo Erasso - Arquivo

MADRID 30 dez. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, questionou na segunda-feira a Promotoria Pública de seu país por, segundo ele, não ter "se movimentado para solicitar a extradição" da Espanha de Gerly Sánchez Villamizar, vulgo 'Monkey Gerley', que ele identificou como um "capo" do grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN).

"Estranhamente, a promotoria colombiana não se moveu para pedir a extradição do vulgo 'Monkey Gerley', que foi preso na Espanha. Ele é o principal responsável pela lavagem de dinheiro dos ativos do ELN. Ele é o capo", disse o presidente em sua conta na rede social X, introduzindo a hipótese de que o Ministério Público não havia iniciado o processo para dizer que ele é "seu aliado". No entanto, ele negou essa possibilidade, afirmando não estar "aliado a eles, que sistematicamente assassinam camponeses por ganância".

"Senhora Procuradora Geral da Nação, peça a extradição do 'macaco Gerley' da Espanha para a Colômbia", reiterou, apelando à chefe, Luz Adriana Camargo, e lembrando que o prisioneiro "está detido na prisão de Soto del Real, aguardando a extradição que está sendo processada pela Interpol".

Embora o Ministério Público não tenha emitido uma declaração oficial sobre o assunto, fontes do Ministério Público indicaram ao 'El Tiempo' que o processo foi iniciado em 28 de novembro, "por meio dos canais legais e diplomáticos correspondentes, sem omissões ou atrasos".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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