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MADRID 30 dez. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, questionou na segunda-feira a Promotoria Pública de seu país por, segundo ele, não ter "se movimentado para solicitar a extradição" da Espanha de Gerly Sánchez Villamizar, vulgo 'Monkey Gerley', que ele identificou como um "capo" do grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN).
"Estranhamente, a promotoria colombiana não se moveu para pedir a extradição do vulgo 'Monkey Gerley', que foi preso na Espanha. Ele é o principal responsável pela lavagem de dinheiro dos ativos do ELN. Ele é o capo", disse o presidente em sua conta na rede social X, introduzindo a hipótese de que o Ministério Público não havia iniciado o processo para dizer que ele é "seu aliado". No entanto, ele negou essa possibilidade, afirmando não estar "aliado a eles, que sistematicamente assassinam camponeses por ganância".
"Senhora Procuradora Geral da Nação, peça a extradição do 'macaco Gerley' da Espanha para a Colômbia", reiterou, apelando à chefe, Luz Adriana Camargo, e lembrando que o prisioneiro "está detido na prisão de Soto del Real, aguardando a extradição que está sendo processada pela Interpol".
Embora o Ministério Público não tenha emitido uma declaração oficial sobre o assunto, fontes do Ministério Público indicaram ao 'El Tiempo' que o processo foi iniciado em 28 de novembro, "por meio dos canais legais e diplomáticos correspondentes, sem omissões ou atrasos".
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