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MADRID 18 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ordenou que toda a população colombiana seja vacinada contra a febre amarela dentro de dois meses, diante de um surto que recentemente levou à declaração de uma emergência econômica e de saúde no país sul-americano.
"Precisamos fazer isso e nosso sistema de saúde precisa garantir isso. O Congresso perdeu tempo pensando que o que estávamos dizendo era mentira. Agora vamos prosseguir", disse Petro em suas redes sociais, censurando o legislativo por sua demora em responder à situação.
O presidente colombiano pediu a colaboração das forças militares e dos professores para ajudar nessa "campanha pela vida". "Todos os soldados e professores devem ser vacinados o mais rápido possível", disse ele, fazendo desses setores os "eixos da campanha".
Em vista da emergência de saúde, Petro informou que o próximo Conselho de Ministros será transmitido em todos os canais de televisão e "os detalhes do vírus e da campanha pela vida colombiana serão explicados".
Petro explicou que a febre amarela, ao contrário do coronavírus, "só é transmitida pelo mosquito" que carrega a doença, embora sua taxa de mortalidade seja de 50%, razão pela qual "a prevenção é fundamental" e existe uma vacina.
"É tudo uma questão de acelerar o mosquito, que costumava atacar apenas em áreas de selva, mas agora está em zonas temperadas. Espero que o judiciário demonstre a maior solidariedade. Não é por mim, eu estou vacinado, é pela Colômbia", reiterou o presidente.
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