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MADRID 10 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltou a insistir nesta sexta-feira que as atas de votação no exterior foram manipuladas durante o segundo turno das eleições presidenciais de 21 de junho e repreendeu o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) por se recusar a realizar a apuração correspondente.
Petro enfatizou que, sem essa revisão, “as apurações na Colômbia ainda não terminaram” e voltou a mencionar a “investigação” que realizaram e que “mostra que metade da fraude ocorre nas seções eleitorais no exterior”.
“Começam a aparecer pessoas que assinam como mesários e já estavam mortas”, alertou o ainda presidente da Colômbia em uma mensagem nas redes sociais, na qual compartilha a imagem de uma dessas cédulas que teriam sido manipuladas.
Petro vem denunciando irregularidades e manipulações desde o primeiro turno das eleições, das quais saiu vitorioso, contra todas as expectativas, quem agora é o presidente eleito, Abelardo de la Espriella, a menos de um mês de assumir o cargo.
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