Publicado 10/07/2026 12:19

Petro insiste que houve irregularidades na votação no exterior e acusa o CNE de ignorar a apuração dos votos

BOGOTÁ, 22 de junho de 2026  -- O presidente colombiano Gustavo Petro mostra seu voto em uma seção eleitoral em Bogotá, Colômbia, em 21 de junho de 2026.   O candidato independente Abelardo De la Espriella, ligado ao movimento de extrema direita Defensore
Europa Press/Contacto/Andres Moreno

MADRID 10 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltou a insistir nesta sexta-feira que as atas de votação no exterior foram manipuladas durante o segundo turno das eleições presidenciais de 21 de junho e repreendeu o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) por se recusar a realizar a apuração correspondente.

Petro enfatizou que, sem essa revisão, “as apurações na Colômbia ainda não terminaram” e voltou a mencionar a “investigação” que realizaram e que “mostra que metade da fraude ocorre nas seções eleitorais no exterior”.

“Começam a aparecer pessoas que assinam como mesários e já estavam mortas”, alertou o ainda presidente da Colômbia em uma mensagem nas redes sociais, na qual compartilha a imagem de uma dessas cédulas que teriam sido manipuladas.

Petro vem denunciando irregularidades e manipulações desde o primeiro turno das eleições, das quais saiu vitorioso, contra todas as expectativas, quem agora é o presidente eleito, Abelardo de la Espriella, a menos de um mês de assumir o cargo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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