Publicado 16/02/2026 07:07

Petro incentiva os colombianos a se manifestarem nesta quinta-feira em apoio ao aumento do salário mínimo

3 de fevereiro de 2026, Washington, Distrito de Columbia, Estados Unidos: O presidente da Colômbia, GUSTAVO PETRO, fala com membros da mídia na Embaixada da Colômbia, dizendo que manteve conversas positivas com o presidente dos EUA, Trump, na Casa Branca.
Europa Press/Contacto/Andrew Leyden

MADRID 16 fev. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, incentivou seus compatriotas a comparecerem nesta quinta-feira às manifestações em apoio ao aumento do salário mínimo vital, depois que, na semana passada, o Conselho de Estado suspendeu provisoriamente sua aplicação e exigiu do governo um novo decreto. “Na quinta-feira, espero vocês em todas as praças públicas da Colômbia”, convocou o presidente, “para defender o salário vital. Não se trata apenas de um argumento jurídico, mas também da força do povo trabalhador", animou Petro em um discurso ao país neste domingo à noite para defender a medida. Petro denunciou que "eles estão tentando acabar com o decreto antes do final de fevereiro" e criticou aqueles que queriam fazer crer que o aumento de 23,7% do salário mínimo provocaria um aumento dos preços e da inflação.

Como já havia reagido na semana passada após tomar conhecimento da notícia, Petro insistiu novamente que o salário mínimo se mantém "até que seja publicado o novo decreto exigido pelo Conselho de Estado e para o qual deu oito dias ao governo, prazo que o presidente colombiano já antecipou ser insuficiente. "Vou aceitar que seja gerado um decreto transitório. Primeiro vamos esclarecer isso com o magistrado. Isso faz com que os oito dias tenham que ser usados mais”, disse Petro, que explicou que pedirá explicações ao Conselho de Estado sobre certas alegações que, em sua opinião, são ambíguas. “O salário vital se mantém até que o novo decreto seja emitido e o novo decreto terá o salário vital”, enfatizou Petro.

O aumento para 2026 chega a 1,7 milhões de pesos colombianos (cerca de 400 euros), que poderiam chegar a dois milhões (460 euros) se incluirmos os auxílios ao transporte. Trata-se de um aumento de 23,7% em relação a 2025, que beneficiaria 2,4 milhões de trabalhadores.

No entanto, o Conselho de Estado decidiu suspender temporariamente sua aplicação, considerando que não tinha base técnica suficiente, e exigiu um novo decreto que incluísse, por exemplo, a meta de inflação fixada pela Diretoria do Banco Central, a produtividade oficialmente certificada, a inflação real do ano anterior ou o crescimento do PIB, entre outros.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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